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EXMIN 2007

Curso 5


TIPOS E TÉCNICAS DE SONDAGENS NA EXPLORAÇÃO MINERAL: Usos, Limitações, Custos e Estudo de Casos

Ministrantes:: Carlos André Carneiro, Cristiano José Fernandes Jourdan, João Luiz Nogueira de Carvalho e Delmo Pereira -Geosol/MG
Língua: Português
Local e Data: Belo Horizonte, 15 à 19 de outubro de 2007
Carga Horária: 40 horas (5 dias)
Taxa de Inscrição: R$ 1.700,00 (sócios da ADIMB e acadêmicos); R$ 2.380 (não sócios).
Conteúdo:
Introdução. Perfurações-atividede de maior custo da pesquisa mineral.Escolha correta do método de sondagem, máquinas e equipes. Sondagem bem conduzida: execução no prazo contratual; amostragem  com altos índices de recuperação; preços competitivos; mínimo desvio do furo em relação a trajetória projetada; observância das normas de segurança do trabalho, higiene e saúde ocupacional; respeito às regras de conservação do meio ambiente.2- Sondagens Destrutivas.2.1- Método Rotary: brocas triconicas para a perfuração de rochas sedimentares; sondas de grande porte com“ pull down “; penetração da broca  pelo peso das hastes de perfuração.Fluido de perfuração a  base de polímeros( uso para lubrificar e refrigerar a broca, sustentar as paredes do poço, e carrear para acima amostras de calha  das camadas atravessadas). Produtividade (até 300/400 metros/dia) ; testemunhagem de trecho de interesse. Uso para  poços para  hidrocarbonetos, poços de água e para desmonte de bancadas de minas. Perfilagem eletrônica para determinar litologias, porosidade, espessura das camadas, níveis de água doce e salgada, radioatividade, diâmetro, etc.2..2- Método Roto-Percussivo, com circulação direta. 2.2.1- Com uso de martelo martelo pneumático ou hidráulico: Percussão com alta frequência, ; broca de botões ou em cruz. Profundidade ( máximas da  30 metros). Limpeza do furo  com ar comprimido.Uso em desmonte de bancadas . Produtividade por turno de trabalho (até 150/200 metros).  2.2.2- Com uso de martelos de fundo ( down the hole hammer ):profundidade maior; brocas tricônicas; pistão do martelo sobre bit de botões; amostragem de fragmentos de rochas com uso de ar comprimido. Uso em: desmonte de rochas, poços para ´agua, fundações na costrução civil. Produção por turno de trabalho (de 100 a 150 m.).2.3- Método de Circulação Reversa: Utilização de coluna de hastes duplas e concêntricas e  ar comprimido; brocas triconicas especiais e martelos de fundo. Amostras de fragmentos da rocha  sem contaminação. Uso em condições adversas. Alta produtividade e baixo custo. Sondas e compressores de grande porte. Uso limitado em topografia acidentada ou vegetação de porte. Produtividade por turno (60 a 100 m).3- Sondagens Testemunhadas ( Core Drilling ).3.1- Sondagens SPT ( Standart Penetration Test ):Penetração por peso; amostrador bi-partido. Uso em estudos geotécnicos e  projetos de fundações para construção civil. Sistema manual com baixa produtividade ( 20/30 metros por turno).3.2- Sondagens sob pressão ( Direct Push ): martelo hidráulico ou sob pressao hidráulica; amostras indeformadas; sensor para determinar  a taxa de penetração.Uso em estudos geotécnicos e ambientais. 3.3- Sondagens Rotativas Testemunhadas: 3.3.1- Convencional (com uso de água/aditivos como fluido de perfuração ):Uso em pesquisas geológicas. Penetração gradual nas rochas; barrilete amostrador hidráulico; coleta de amostras das rochas perfuradas; coroas amostradoras: de pastilhas; de wídia; de coroas diamantadas. Uso de refrigeração por água nas hastes; lama bentonítica; polímeros degradáveis . Proteção por revestimento de aço.Grandes profundidades (até 5.000 m.). Produção por turno (20 a 100m) . Rapidez e economicidade.  3.3.2- Air Core ( com uso de ar comprimido como fluido de perfuração): Sondagem rotativa com ar comprimido e com fluido de perfuração Uso de barrilete triplo, com  tubo interno bi-partido de plástico, para acondicionar as amostras; coroa amostradora de  pastilhas de widia .Uso na perfuração de solos ou rochas macias. 3.3.3- Screw Core ( amostragem continua a seco com trados helicoidais ): trados helicoidais ocos ; barrilete bi-partido  com sapata biselada ; trado inicial com cabeça cortante constituída de pastilhas de widia. Perfuração  a seco. Sonda  pequena e potente.Amostragem incontaminada e indeformadas. Uso em rocha mole. Profundidade (até 30 m.). Produtividade por turno (40/50 m).

Perfil dos Ministrantes: Cristiano José Fernandes Jourdan, consultor da GEOSOL, é geólogo pela UFRJ, 1966; com em especialização Engenharia de Petróleo pela PETROBRÁS, 1967. Atuou como Eng. de Petróleo da PETROBRÁS de jan./1967 à out./1968; geólogo da Geo Mineração S/H de out./1968 à maio/1981; foi sócio cotista da Geoserv Pesquisas Geológicas e da Hidroserv Ltda, desde jan./2001. Atualmente é diretor da C.J. Consultoria e Serviços Ltda.
João Luiz Nogueira de Carvalho é geólogo pela UFOP, 1991, e Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UFMG, 1993. Atuou como geólogo de campo da Paulo Adib Engenharia, 1992; tendo ocupado na GEOSOL as funções de Gestor de Projetos, 1993 à 2000; Gerente Ocupacional, 2000 à 2002 é Diretor de Sondagens, desde 2002.
Dalmo Pereira e geólogo pela UFMG, 1989 e Engenheiro Economista pela Fundação Dom Cabral, 1999. Foi Gerente Supervisor de Campo, 1990 à 1994; Gerente de Poços Tubulares, 1994 à 1999. No momento é Diretor Administrativo e Coorporativo da GEOSOL (desde 1999), Diretor da GEOSEDNA (desde abril de 2007) e Membro do Conselho de Administração a SGS GEOSOL (desde 2005).

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